sexta-feira, 25 de novembro de 2011


Historia de como vivenciamos a Saga…


Olá  Fã Site LuaNovaTwilight… boa tarde!
Gosto muito da Saga e visito sempre o site de vcs…..
encontrei a historinha abaixo no facebook de uma prima e achei super legal…
envio p/ vcs caso queiram publicar no site… acho que todos os fãs vão gostar…
Bjs e até mais
Priscila Romero
Fomos nós, foi você, fui eu. Nós estavamos nessa jornada com Bella, Edward e Jake. Fomos nós que suspiramos ao ver os Cullens pela primeira vez, tão diferentes, tão parecidos, tão inumanamente lindos. Fui eu que suspirei a cada sorriso torto vindo do rosto de Edward, você também, nós o desejamos cada vez mais, a cada nova palavra vindo de sua boca. Nós estavamos com Bella quando ela conheceu a família Cullen em sua casa, ficamos assustados pela casa ser tão ampla e clara, deixamos cair uma lágrima ao ouvir Edward tocar no piano e ficamos irritados com Rosalie, por ter sido tão estúpida com Bella em nossa primeira visita a nossa futura casa. Fui eu que me senti ameaçada, porém tão protegida no jogo de beiseboll. Foi você que entrou em desespero quando recebeu uma ligação de James dizendo que estava com Reene. E fomos nós que corremos por alguns quarteiros para chegarmos ao estúdio de balé e perceber que tudo não passava de uma armação. E fui eu que gritei com a dor da Bella ao ter recebido veneno no seu corpo, não só a da Bella, a dor do Edward por ter medo de não salvá-la. E nos emocionamos com mais um Crepúsculo, foi perfeito, mas como já sabemos, por mais que o dia seja perfeito, sempre tem um fim. Não um fim defenitivo, sempre existe outro dia. Outro dia para se acordar assustada com o aniversário indesejado, e de bônus uma festa que poderia ter sido evitada – e ainda como presente, ver Bella ser atacada por alguém da família. Fomos nós que nos desesperamos, choramos e nunca superamos a partida de Edward. Jacob fez um bom trabalho, sempre soube como disfarçar o buraco que ficou em nossos corações, mas o fantasma sempre esteve ali pronto para agir quando todos estivessem ausentes. E as alucinações, sempre um alívio vê-las. Nunca foi como se ele nunca estivesse existido. 

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